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Stock Car: Lapenna e Cozzi levam Hot Car ao Top-15 em Curitiba

7 de Março de 2016

E a temporada 2016 da Stock Car já tem seus novos vencedores. Na verdade, um titular não tão novo assim. O paulista Marcos Gomes, atual campeão, faturou a Corrida de Duplas, neste domingo (dia 6), em Curitiba (PR), ao lado do convidado Antonio Pizzonia. A dupla, que partiu da quinta posição, chegou à vitória após a disputa de 46 voltas. Allam Khodair/Antonio Felix da Costa terminou em segundo, com Ricardo Maurício/Guilherme Salas em terceiro.
Na equipe Hot Car Competições (Bardahl), as duplas Felipe Lapenna/Marco Cozzi e Raphael Abbate/Nicolas Costa fizeram uma prova de superação.
No Stock #110, Lapenna partiu de 26º e ganhou posições com uma boa largada.

O paulista entregou o carro para Cozzi na disputa pelo Top-15 e o piloto - mesmo com um problema inusitado na sapatilha - finalizou em 14º. No carro #26, Abbate largou em 29º e logo no começo teve problemas com o câmbio. O piloto aguentou firme até a parada para troca de pilotos, mas o carro precisou ficar algumas voltas nos boxes para o reparo. Costa voltou com bom ritmo, para fechar em 23º.

"Eu gostei muito da minha parte da corrida. Eu larguei em 26º, fiz uma largada agressiva e acabei passando alguns carros. Depois eu vinha num ritmo muito bom. Fiz a parada no box e foi tudo OK. Mas o Cozzi teve um problema - o pé dele estava enroscando no acelerador - e ele não conseguia frear. Acabamos perdendo algumas posições reais na pista, mas com todos os problemas que tiveram, alguns carros batendo, conseguimos terminar em 14º. Tinha certeza que daria para chegar entre os dez primeiros, mas está valendo e na próxima eu acredito que vou marcar uns pontinhos bons", comentou Lapenna, de 30 anos, que voltou à equipe Hot Car, onde ele já havia corrido em 2014. 
Cozzi, que é um dos destaques do Brasileiro de Turismo, andou num Stock Car pela primeira vez. E, mesmo com o problema inusitado que viveu, ficou feliz com a experiência.

"A experiência foi muito boa. Sabia que tínhamos chances de andar bem na corrida. Mas, antes de entrar no carro, eu pisei numa borracha do pneu, que é muito macia e ela derreteu no pedal e prendia o meu pé no acelerador. Tinha de acelerar na ponta do pé, mas na hora de frear me atrapalhava muito. Tinha de frear 50 metros antes, meu pé prendia e corria o risco de perder a freada. Vim trazendo o carro do jeito que dava para não bater, o mais rápido que eu conseguia. Poderia ter sido bem melhor, o carro ficou muito bom, mas mesmo assim foi boa demais a experiência", afirmou o paulista de 34 anos.

Já Abbate, de 24 anos, lamentou o problema no início da corrida. Mesmo assim, mantém-se animado para o restante da temporada. "O ritmo no começo da prova era muito bom. O carro estava legal. Infelizmente, mais ou menos na quarta volta, eu comecei a ter problema de câmbio. Quando eu ia trocar a marcha, ele entrava uma marcha para baixo. Então quando eu engatava a terceira, entrava a primeira. Aí eu comecei a ficar para trás, perder o ritmo. Consegui levar o carro até a 18ª volta para não perder tempo no box. Quando eu parei para a troca de pilotos, fizemos a manutenção do carro. A equipe fez um bom trabalho para colocar o carro de volta na prova e o Nicolas andou muito bem, trouxe o carro para casa e manteve um ritmo muito forte. Com certeza, se não tivesse esse problema, a gente estaria disputando entre os dez ou 15 primeiros da prova. Acho que a equipe está de parabéns. Foi uma pena esse probleminha elétrico que tirou a nossa competitividade", avaliou.
"Agora vamos voltar para a oficina, continuar o trabalho, desenvolver mais o carro para largar mais na frente na próxima etapa e estar brigando sempre entre os dez ou 15 primeiros", completou o paulista.

Costa, que andou como convidado de Abbate pela segunda vez, agradeceu mais uma vez a oportunidade de estar na principal categoria do Brasil. "Valeu muito a experiência. Infelizmente, esse problema eletrônico na corrida nos fez perder uns dez minutos nos boxes e comprometeu tudo. Mas, acho que no final o resultado é positivo. Mostramos que temos velocidade. Quando eu entrei, com os pneus mais usados, a gente virava entre os cinco ou dez melhores constantemente. Fiquei feliz pela equipe ter evoluído bastante com o carro, por termos conseguido ir para frente e ultrapassar tantos carros e também muito feliz pela minha evolução pessoal. Para mim é uma honra estar aqui. É uma categoria que eu acompanho desde criancinha. É quase surreal pensar que chegou o dia que eu posso dividir o grid com esses caras e ainda por cima estar competitivo. Estou muito feliz", finalizou o carioca de 24 anos.

A segunda etapa da temporada acontecerá no dia 10 de abril, no Velopark, em Nova Santa Rita (RS).

Mais informações: FGCom

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