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Linha Kelube atinge desenvolvimento importante desde a última Fispal

9 de Junho de 2009

09 de Junho de 2009

                   

            A Bardahl mostra os novos produtos da linha Kelube (food grade) na Fispal Tecnologia, de 16 a 19 de junho, em São Paulo. Desde a última feira, quatro novos produtos foram lançados: as graxas Kelube G 1004, em cinco consistências, e Kelube G-1843-2 e os lubrificantes Kelube Sint-68FG e Kelube Sint-46FG, todos com classificação H1* no White Book da NSF International (veja descrição dos lançamentos na terceira página). “A Kelube ainda era uma novidade na feira passada, e se expandiu muito desde então, o que nos permitiu diversificar a participação no segmento alimentício, que é muito grande. Temos condições de desenvolver muito mais o que já atingimos neste mercado”, afirma Marcelo Escarabajal, coordenador de Novos Negócios da Bardahl, no Brasil.

            É a agilidade no desenvolvimento de produtos que vem colocando a empresa em destaque no segmento, assim como o atendimento técnico comercial cuidadoso e eficaz. Segundo Escarabajal, a estratégia para conseguir espaço nesse novo segmento é a mesma usada para todos os produtos da linha industrial da Bardahl, a venda consultiva. No campo, os assessores identificam uma série de demandas latentes, que se transformam em oportunidades para a Bardahl. Em duas grandes empresas brasileiras de refrigerantes atendidas pela Bardahl, a pulverização das esteiras de locomoção das garrafas PET com o lubrificante Kelube W8 acabou com o “efeito dominó”. Um dos maiores clientes da linha, a Bimbo, optou pela Bardahl devido à orientação técnica prestada pela empresa, que desenvolveu um plano de lubrificação customizado e ofereceu treinamento para a equipe de manutenção da multinacional mexicana.

            A Top Cau, empresa de chocolates que presta serviço para a suíça Nestlé, entre outras, trocou os produtos do antigo fornecedor de food grade pelos produtos Kelube. “A auditoria da Nestlé concluiu que precisávamos usar graxas, óleos lubrificantes e spray atóxicos. Passamos a usar os produtos da Kelube e sentimos diferenças positivas nos parâmetros rendimento, temperatura e parada para manutenção”, declarou o encarregado de manutenção da Top Cau, Wilson Leme, há 30 anos no ramo alimentício.

 

Falta de conhecimento

            “Muitas indústrias ainda estão em desacordo com o que deveria, principalmente as de menor porte, até por falta de informação _o responsável ouve dizer que existe um lubrificante de grau alimentício, mas não sabe onde comprar, nesse sentido oferecemos orientação”, comenta Escarabajal.

            Segundo o coordenador técnico da Bardahl, Sérgio Ambrus, a utilização de lubrificantes de grau alimentício (food grade) é uma questão de saúde. Atualmente, o Ministério da Agricultura exige do setor alimentício o uso desse tipo de lubrificantes em correntes. Mas, de acordo com Ambrus, como grande parte das indústrias alimentícias instaladas no Brasil é multinacional, segue planos de lubrificação mais rígidos, semelhantes aos da matriz.

 

Certificação na NSF**

            Muitos dos produtos da linha Kelube já estão registrados na NSF (National Sanitation Foundation) nas categorias H1 e/ou H2, entre eles a graxa Kelube G-127-2 (categoria H1), as novas graxas Kelube G 1004-00 e Kelube G-1843-2 (categoria H1), o lubrificante Kelube W-8 (categoria H1), o lubrificante Kelube W-95 EP (Categoria H1), o lubrificante Kelube W-130 EP (H1), o Kelube Spray, o Kelube ND-03 e o Kelube Solv (H1).

Os produtos precisam ser submetidos individualmente a NSF. O objetivo é que toda a linha Kelube seja submetida à avaliação da entidade. No Brasil, os produtos são submetidos ao Ital (Instituto de Tecnologia de Alimentos), de Campinas, órgão brasileiro que aprova esse tipo de produto. Todos os produtos Kelube W têm aprovação do instituto.

 

            Todos os produtos da linha Kelube são fabricados na planta de Cajamar, em área especialmente destinada à produção e envase da linha Kelube. Com a ampliação e consolidação da linha, a empresa investiu recentemente na aquisição de mais um tacho de graxa, ampliando a capacidade de produção.

 

Descrição dos lançamentos

Kelube G 1004: graxa sintética branca e atóxica, para múltiplas aplicações na indústria. Hidrorrepelente. Oferece resistência a uma ampla faixa de temperatura. Possui adesividade, o que garante um ótimo desempenho em locais que exijam um lubrificante que não escorra. Categoria H1. Cinco viscosidades.

Kelube G-1843: Graxa sintética atóxica de vida estendida. NLGI 2. Para altas temperaturas, equipamentos sujeito a altas cargas, para múltiplas aplicações nas indústrias alimentícias, de cosméticos e farmacêuticas. Categoria H1.

Kelube Sint-68FG: Lubrificante H1 para compressores de refrigeração.

Kelube Sint-46FG: Lubrificante H1 para compressores de ar e/ou que trabalhem com o gás R717 (Amônia) ou R744 (CO2).

 

(*) Matérias-primas H1: para lubrificantes que venham a ter contato incidental com alimento; e H2: para lubrificantes que não têm contato com o alimento. Essas duas categorias estão classificadas da NSF (National Sanitation Foundation).

(**) National Sanitation Foundation

 

 

 

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